São Paulo - O australiano Philip Alston, relator da Organização das Nações Unidas (ONU) para casos de execuções extrajudiciais, se encontrou ontem, em São Paulo, com representantes de ONGs e pessoas que tiveram parentes assassinados em circunstâncias ainda desconhecidas. ''Viemos ao Brasil por vários motivos, depois que a ONU recebeu muitas denúncias de crimes cometidos por policiais'', afirmou ele, sem precisar números de denúncias. Ele avisou aos jornalistas que só dará entrevista ao final da viagem, prevista para durar 11 dias. Ele passará também pelo Rio de Janeiro, por Recife e por Brasília.

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