O reitor da Universidade Estadual de Londrina (UEL), Jackson Proença Testa, dará hoje uma resposta oficial à promotora do Meio Ambiente, Maria Lúcia Reinchembach, sobre a liberação do agrônomo Efrain Rodrigues (que tem doutorado em fragmentação de florestas) para coordenar estudo sobre o aterro.
Segundo ela, extra-oficialmente, houve um aceno positivo da reitoria à sua solicitação. A promotora encaminhou um novo ofício ao Instituto Ambiental do Paraná (IAP), que irá elaborar um laudo descritivo da área.
No novo ofício, Maria Lúcia apenas esclareceu que quer do IAP um laudo descritivo do local de antes e depois do aterramento. Acrescentou ainda informações sobre a viabilidade do reflorestamento da área.
O vereador Renato Araújo, líder do prefeito Antônio Belinati na Câmara, considera que há uma orquestração política por trás das manifestações contrárias à doação do aterro. Segundo ele, o intuito é obstruir o trabalho do prefeito. ‘‘Quando foi feito o aterro e durante a votação da doação na Câmara, ninguém se manifestou.
Ele também criticou a promotora Maria Lúcia Reinchembach. ‘‘Até ela não se dizia contra a doação. A promotora responde: ‘‘Sempre disse que precisaria de mais informações para me posicionar e que seria contra qualquer projeto que infringisse as leis ambientais. A interpretação de que eu não era contra foi feita por conta e risco do vereador’’.

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