Questionado sobre a possibilidade de vandalismo nos novos parquímetros, o diretor da Epesmel Carlos Alberto Wessler explicou que o risco maior é com relação à pichação. "Mas a pintura é especial, antipichação, e a limpeza pode ser feita com um pano", relatou.
Ele explicou ainda que dispositivos no equipamento identificam se a moda é verdadeira ou falsa, além de fechar automaticamente após a inserção deleas, evitando que as pessoas coloquem arames, grampos ou outros objetos estranhos. Sobre a possibilidade de dano no cofre, Wessler descartou devido à espessura da chapa utilizada.
Talvez o maior problema esteja na regulagem do coletor de moedas. Durante o lançamento oficial do parquímetro, ontem à tarde, um usuário colocou o valor exato referente a um período, mas o equipamento apontava que o número de moedas era insuficiente. Ele teve de cancelar e depositar as moedas novamente. A reportagem também passou por problema semelhante. Depois de várias tentativas frustradas de se inserir a moeda, uma funcionária da Zona Azul se ofereceu para receber o dinheiro e inseriu um cartão magnético referente ao período comprado. Marcatti relatou que a regulagem dos equipamentos seria verificada. (V.O.)

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