Duas obras em Londrina que apresentaram problemas e contratempos devem ser finalmente concluídas até setembro. Na Praça Marechal Floriano Peixoto (Área Central), o piso já foi quase totalmente substituído pelo pavimento 'paver', nas cores preta e cinza. Acessos para portadores de deficiência, reformas dos sanitários e instalação de corrimão nas escadarias também estão prontos. Já as obras instalação de um elevador e quatro escadas rolantes no Terminal Urbano de Transporte Coletivo (Área Central de Londrina) devem ser entregues dentro da previsão, em setembro.
O secretário Municipal de Obras, Aloysio Crescentini de Freitas, disse que a expectativa de a reforma na praça, também conhecida como Praça da Bandeira, ser concluída até o final do mês. ''Queremos que as comemorações da Semana da Pátria, em setembro, aconteçam na Praça da Bandeira'', anunciou. Segundo ele, ainda faltam a instalação do mobiliário e da iluminação. A intenção é refazer o desenho original da praça, através de colocação de 40 bancos e luminárias de estilo antigos.
O imbróglio na praça começou no ano passado, quando a Companhia Municipal de Trânsito e Urbanização (CMTU) anunciou a retirada dos artesãos que trabalhavam no local. Houve resistência e demora na decisão sobre o novo destino dos artesãos. Prevista para ter início em setembro do ano passado, a obra foi adiada em quase três meses. Até fevereiro a prefeitura havia executado apenas 20% da revitalização, e decidiu paralisar as obras. De acordo com o secretário, o ritmo da reforma era lento porque os funcionários da Secretaria de Obras são poucos e possuem contrato de trabalho de seis horas, o que fazia com que saíssem muito cedo do serviço.
No final de maio, a prefeitura decidiu abrir licitação para terceirizar o restante da reforma. A empresa londrinense Protenge Engenharia de Projetos e Obras, vencedora do processo, assumiu a obra e teve um prazo de 90 dias para executar o serviço. Atualmente 15 funcionários da empresa trabalham na reforma. O investimento previsto é de R$ 194 mil.
Apesar da demora, da sujeira e dos transtornos decorrentes da reforma, alguns transeuntes aprovam as mudanças. ''A praça estava descuidada e os artesãos atrapalhavam o trânsito dos pedestres. Há muito tempo o local precisava passar por uma reforma'', reconheceu a desempregada Maria Eunice de Souza Barbosa, 33 anos.

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