Reformas atrasam volta às aulas em escolas estaduais
Da Redação
O ano letivo começou com atraso para 2.400 dos 66 mil alunos da rede estadual de ensino de Londrina. As aulas recomeçaram na última quarta-feira para a grande maioria dos estudantes da rede pública. Os alunos dos colégios estaduais Marcelino Champagnat e Lauro Gomes voltaram às salas de aula ontem, devido às reformas nas duas escolas.
O diretor-geral do Colégio Marcelino Champagnat, Jorge Akira Oyama, observou que a chuva que caiu na semana passada acabou provocando o atraso de parte das obras. Fundado em 1943, o colégio está localizado na área central da cidade. Ele passa por uma grande reforma inclusive com ampliação de espaços desde janeiro de 1999 e as obras só deverão ser concluídas no final deste ano.
O governo estadual liberou R$ 1 milhão para as obras no colégio. Hoje são 14 salas de aula para atender 1.800 alunos. Não abrimos vagas, estamos apenas mantendo os alunos que já são da escola. A partir do próximo ano quando contaremos com 24 salas de aula abriremos novas turmas, explica o diretor-auxiliar noturno Claudecir da Silva.
A obra no prédio histórico, onde funcionará toda a parte administrativa e pedagógica, deve ser concluída até maio. Duas quadras poliesportivas ainda começarão a ser construídas. Dois blocos já estão em fase de conclusão. A reforma de um bloco de 700 metros quadrados e a ampliação de um outro bloco com 500 metros quadrados já estão concluídas.
A escola Lauro Gomes, segundo a professora Ana Cristina Julião, passou por consertos gerais e pintura. Por isso, os 660 alunos da 5ª a 8ª séries retornaram apenas ontem às aulas.
Outra escola que aguarda por reformas é o Colégio Estadual Hugo Simas (centro da cidade), fundado em 1936. Segundo a diretora-auxiliar Zilda Azuline, o projeto já foi aprovado e o processo licitatório realizado. Estamos apenas aguardando a liberação da verba, que é de R$ 1 milhão, explica.
A rede estadual de ensino conta com 71 escolas públicas e de acordo com o Núcleo Regional de Ensino as outras escolas não necessitam de reformas.





