A Escola Municipal Geni Ferreira, no Conjunto Panissa (zona oeste de Londrina), também foi interditada por causa da chuva, mas não a de janeiro. Lá, o problema se arrasta desde julho do ano passado. O prédio, segundo a diretora Graziela Berezouski Mello, já tinha problemas estruturais, mas a chuva agravou a situação. "Algumas salas já estavam interditadas, mas com a chuva, o teto de gesso caiu na maioria das salas", contou a diretora.
Com a interdição do prédio onde funcionava a escola, as 200 crianças do P4 ao quinto ano foram transferidas para o salão paroquial da Capela Bom Jesus, no mesmo bairro. "As seis salas de que a a gente precisava, temos aqui, mas são bem menores. Então, neste ano, reduzimos a quantidade de alunos por sala. Os espaços também foram adaptados. A educação física é feita aqui fora (no pátio do salão paroquial) e, quando chove, as atividades são dentro de sala de aula. Os banheiros também são em número menor do que o que a gente precisa", disse a diretora. "Os pais já reclamaram mais, mas hoje já estão mais acostumados. A reforma seria emergencial, mas não começou ainda." O ano letivo na rede municipal começou em 11 de fevereiro.
Procurada pela reportagem, a secretária municipal de Educação, Janet Thomas, informou que o início das obras de reforma da escola depende da Secretaria Municipal de Obras. Na secretaria de Obras, a informação é de que o processo licitatório foi encerrado em 10 de março e que a ordem de serviço para a execução da reforma deve ser assinada em breve e, imediatamente após a assinatura, a obra deve começar. A empresa Rezende Construções Civis Ltda. venceu a tomada de preços com o valor de R$ 615.655,20. (S.S.)

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