Reforma de passarela deve ser licitada até outubro
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quarta-feira, 09 de setembro de 2015
Aline Machado Parodi<br> Reportagem local 
A licitação para reforma da passarela da Rodovia Carlos João Strass (trecho urbano da PR-545), próxima da Avenida Saul Elkind, na zona norte, deve ser aberta nos próximos dias. A Superintendência do Departamento de Estradas de Rodagem do Paraná (DER) de Londrina está aguardando a autorização da diretoria-geral do órgão para publicação do edital. A previsão do superintendente regional, José Ferreira Heidegger, é que a empresa vencedora da licitação seja conhecida até o final de outubro. "O trâmite da licitação deve durar 30 dias. Acredito que até o final de outubro esteja tudo certo", afirmou.
Para a reforma, a passarela será desmontada e serão colocadas novas estruturas metálicas e piso de concreto. O projeto prevê o aumento da altura da passarela, que passará de 4,7 metros para 5,5 metros. O tamanho atual está baixo do que estabelece a norma de diretrizes básicas para elaboração de estudos e projetos rodoviários do Departamento Nacional de Estradas e Rodagem (DNER). A obra deve durar cerca de 120 dias e está orçada em R$ 437 mil.
De acordo com Heidegger, desde 2013 o órgão estuda a possibilidade de reformar passarela, mas esbarrava na falta de recursos. Outro empecilho era a necessidade de um convênio com a Prefeitura de Londrina para que o DER pudesse alocar recursos para a rodovia, que foi municipalizada no fim do ano passado.
O secretário de Obras de Londrina, Walmir Matos, a passarela precisava de uma reforma urgente, principalmente por sua altura estar em desacordo com as normas do DNER. Segundo ele, caso do DER não assumisse o compromisso com a obra, a Prefeitura pretendia fazer. "Estávamos há 60 dias negociando com o DER a assinatura do convênio", disse o secretário.
O convênio foi assinado poucos dias antes de um caminhão bater na placa de concreto, danificando parte da estrutura, que foi interditada. O acidente foi o quarto registrado desde a implantação da passarela em 2006, mas ao longo de quase uma década, outras batidas de veículos comprometeram a segurança da estrutura.


