Reforma custará R$ 700 mil
O Hospital Municipal de Porecatu conta com quatro clínicos gerais - que se revezem em plantões -, duas enfermeiras e 14 auxiliares de enfermagem. De setembro a dezembro de 2006, foram realizadas 9.518 consultas, com 258 internações. Durante este período, foram 49 procedimentos obstétricos e 71 pediátricos. Ao todo, são 30 leitos disponíveis na unidade.
''Isso mostra que conseguimos fazer o nosso máximo. Omissão de socorro não ocorre aqui, só que ainda assim, como na maioria dos hospitais municipais da região, nos falta estrutura'', reconhece o diretor clínico da instituição, Agamenon Paduan. Ele explica ainda que o hospital é considerado de pequeno porte e recebe cerca R$ 35 mil do Sistema Único de Saúde (SUS) por mês. ''Só que nossa despesa é de R$ 135 mil. Isso quer dizer que R$ 100 mil quem paga é o município''.
Para as reformas estruturais da instituição, a Secretaria de Estado de Saúde liberou R$ 733 mil. ''Os envelopes da licitação (com os nomes das empresas concorrentes) serão abertos no próximo dia 18. A previsão é que a reforma aconteça em até seis meses'', explicou a presidente da Comissão de Licitações da prefeitura Porecatu, Salete Cavalcanti Refosco.
Até que a reforma seja completa, os médicos e pacientes devem continuar aflitos. ''Eu me sinto pressionado. Se preciso transferir ou realizar algum procedimento mais complexo, fico preocupado porque dependemos da Central de Leitos''.(G.B.)





