O que mais marca a vida dos atiradores, independente da cidade, é a amizade cultivada durante o serviço militar obrigatório. Por morarem e servirem no mesmo município, muitos se reencontram constantemente e dão continuidade às amizades cultivadas. ‘‘As amizades criadas dentro do TG, na maioria das vezes, são eternas’’, diz o comandante do Tiro de Gerra de Londrina, sargento Antônio Carlos dos Reis Pereira.
Um exemplo é a turma de atiradores de 1975, que para comemorar os 25 anos de serviço militar vão realizam uma festa em uma chácara da cidade no dia 7 de setembro. De acordo com o empresário Francisco Vicente Fachinelli, 44 anos, membro da comissão organizadora da festa, dos 120 atiradores que concluíram o TG naquele ano, cerca de 80 foram localizados e confirmaram presença. ‘‘Alguns morreram e muitos mudaram de cidade e até de País’’, comentou.
Para Fachinelli, é uma satisfação muito grande rever os amigos e, principalmente, reencontrar os que estavam afastados em lugares distantes. ‘‘Muitos virão de outras cidades. Vamos passar um dia descontraídos, relembrando as histórias do período em que servimos’’. Recentemente, nos 50 anos de criação do Tiro de Guerra em Londrina, os primeiros atiradores se reuniram em uma festa comemorativa. (A.S.)

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