O atraso para entrega da avenida soma, até o momento, quase quatro meses. A previsão inicial de conclusão era outubro do ano passado. Problemas antigos e conhecidos, como a dificuldade para desapropriação de um terreno no início da avenida e a instabilidade do tempo na região de Londrina, somam-se a novas descobertas. Além das adutoras da Sanepar, redes de transmissão de dados por fibra ótica da Embratel, GVT e Sercomtel também podem ser danificados pelo trânsito de máquinas pesadas.
Para a conclusão da totalidade da obra, a comunidade londrinense ainda depende da aprovação, por parte do Departamento de Estradas de Rodagem (DER), do projeto do viaduto que vai ligar a avenida com a PR-445, com prazo mínimo estipulado em três meses para ser elaborado, contados a partir da conclusão da primeira fase das obras.
A rede de fibras óticas reforça a intenção do secretário de modificar o projeto inicial da avenida. ''O rebaixamento dos canos da Sanepar está descartado por causa dos custos e do tempo que exigiria. Para a rede de telefonia, o problema é basicamente o mesmo, com a diferença que as negociações com a Embratel e GVT não são feitas em Londrina. Por isso estamos optando por uma solução caseira. Será mais rápido e barato, pois envolve menos gente'', afirmou Freitas.
Entre as questões burocráticas, a desapropriação do último terreno, na ponta da via próxima do Lago Igapó, continua sem solução. O secretário garante, contudo, que o problema deve ser resolvido em breve. ''Dos 12 terrenos que precisavam ser desapropriados, agilizamos 11. O último está em fase final de negociações'', afirmou. (A.M.)

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