Rede municipal em Maringá segue sem previsão de retorno


Micaela Orikasa - Grupo Folha
Micaela Orikasa - Grupo Folha

Enquanto as escolas particulares reivindicam o retorno às atividades presenciais, na rede municipal de Educação de Maringá (Noroeste), que envolve um universo de 40 mil alunos, incluindo os CMEI (Centros Municipais de Educação Infantil), a situação segue indefinida.


Rede municipal em Maringá segue sem previsão de retorno
Aldemir de Moraes / PMM
 




A secretária municipal de Educação, Gisele Colombari, ressaltou que as atividades seguem o Plano Emergencial de Aprendizagem Não Presencial, implantado no mês de maio, que consiste na distribuição de materiais impressos nas unidades escolares.



  

“Quando as aulas foram suspensas no dia 20 de março  por meio de decreto, não imaginávamos que a pandemia iria durar tanto e, por isso, disponibilizamos atividades facultativas aos alunos no site da prefeitura. Após 30 dias, decidimos criar esse plano com caráter obrigatório”, detalha a secretária.   


Nenhuma pesquisa foi realizada até o momento com as famílias, mas Colombari disse que a secretaria tem acompanhado a retirada dos materiais pelos pais e a manutenção das atividades. “Algumas equipes têm ido até a residência dos alunos para fazer essa entrega com o objetivo de manter a rotina escolar e para que não haja evasão escolar”, comenta.  


Ainda de acordo com ela, o município também está distribuindo kits de alimentação que correspondem à merenda escolar, após consulta com as famílias sobre essa necessidade. Ao todo, 20 mil famílias são assistidas com este benefício.   





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