Maringá O delegado-adjunto da 9 Subdivisão Policial de Maringá, Ítalo Sega, adiou para a próxima semana a reconstituição da morte da auxiliar de serviços gerais Rosemari Borges, espancada e violentada no dia 22 de outubro dentro da empresa em que trabalhava. A decisão foi tomado porque havia o receio que populares procurassem linchar o catador de sucatas Márcio Ferreira Miranda, 24, que confessou a autoria do homicídio.
Segundo Sega, a polícia quis evitar a presença de curiosos e de pessoas com desejo de vingança. ''Percebemos que o crime causou muita revolta e como somos responsáveis pela segurança do preso, decidimos evitar qualquer situação como a de um possível linchamento'', justificou. A nova data não será divulgada.
O delegado informou que está solicitando exames de sangue e de esperma do catador. Os peritos também vão analisar as impressões digitais. Conforme Sega, a polícia já tem uma prova fundamental que é o depoimento da mãe do catador. Ela confirmou que a blusa suja de sangue encontrada na empresa é mesmo de Miranda.

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