O secretário dos Transportes, Nelson Justus, disse ontem, em Maringá, que as lideranças das regiões Norte e Noroeste têm razão em reclamar do ritmo lento das operações tapa-buraco nas estradas estaduais não pedagiadas. Justus visitou obras de duplicação de um trecho de oito quilômetros entre Maringá e Campo Mourão, na PR-317, da concessionária Viapar.
Desde o final do ano passado, ocorrem protestos contra a situação precária das rodovias estaduais. Alguns trechos ficaram intransitáveis por causa dos buracos. Na PR-182, em Loanda, lideranças chegaram a plantar árvores nos buracos da estrada para chamar a atenção do governo.
Em março, o governo liberou R$ 1 milhão por mês para operações urgentes. Segundo Justus, o dinheiro é insuficiente. ‘‘O ideal seria R$ 3,5 milhões por mês’’, afirmou o secretário.

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