Recapear 5 milhões de m² em quatro anos
O secretário municipal de Obras, Sandro Nóbrega, garantiu que o trabalho de tapa-buracos irá continuar. "Isso não é capricho, precisamos fazer isso, pois nos pontos de ônibus formam buracos que se enchem de água quando chove, formando poças d'água", apontou.
A recuperação asfáltica nas vias de circulação dos ônibus está entre as prioridades, mas ainda haverá um estudo sobre como proceder, já que há urgência também nas vias de acesso e os bairros mais populosos.
Sobre a necessidade de se recalcular a capacidade da base dos pavimentos em locais de tráfego intenso e pesado, como nas canaletas exclusivas de ônibus, ele afirmou que seria necessário fazer um estudo sobre o assunto.
Nóbrega afirmou que Londrina precisaria recapear 5 milhões de m² em quatro anos para atender a demanda do município. "Nós vamos atacar isso aí. É uma cláusula pétrea do planejamento da Secretaria de Obras", destacou Nóbrega. Ele ressaltou que a secretaria ainda está realizando o planejamento para a captação de recursos para viabilizar essas obras de recape.
Ele ressaltou que além do plano de recape a secretaria está trabalhando com um plano de conservação das vias. Para isso, ele afirmou que utilizará o mastique asfáltico para calafetar as fissuras dos pavimentos que estiverem começando a trincar. O mastique asfáltico é uma argamassa obtida com a mistura de asfalto com inertes finos, como a brita ou a areia, e que preenche os buracos antes que o pavimento se deteriore. "Fazer o recape é caro. Com os recursos economizados com o mastique, poderemos investir em outras obras. Precisamos parar de ministrar aspirinas para o doente e fornecer vitaminas", destacou. (V.O.)





