Recadastramento da FAS atrai atenção do BNDES
A Fundação de Ação Social (FAS) quer traçar um perfil, até o final de junho, das 500 entidades assistenciais que recebem verba pública. A intenção é verificar a qualidade do atendimento para promover as melhorias necessárias. Para isso, a Fundação adaptou o formulário de recadastramento proposto pelo Conselho Nacional de Assistência Social para todo o País, aumentando o número de informações.
As mudanças chamaram a atenção do BNDES. A convite da instituição, a presidente da FAS, Marina Taniguchi, fala hoje sobre o gerenciamento da rede de atenção social de Curitiba no Seminário Redes Locais de Atenção à Criança e ao Adolescente, no Rio de Janeiro.
O formulário elaborado no Paraná contém informações como estrutura física, número de vagas oferecidas, lista de espera e serviços prestados pelas entidades. É muito gratificante ter o reconhecimento de uma instituição como o BNDES sobre o serviço que prestamos na área de assistência social, disse Marina. Ela vai explicar para gestores do setor de todo o país como a FAS está avaliando a qualidade do serviço.
Não queremos saber apenas quantidades, mas como as entidades estão desenvolvendo os serviços e atendendo a população, destaca Marina. Com o perfil concluído, a FAS também poderá direcionar melhor os recursos repassados às entidades.
O recadastramento está sendo feito em vários municípios do País. Em Curitiba, começou no dia 20 de abril. O novo cadastro pode ser feito nos núcleos da FAS mantidos nas administrações regionais da Prefeitura.
O diretor de Desenvolvimento Social da FAS, Erotildes Antunes Xavier, diz que as informações coletadas no recadastramento servirão para alimentar o banco de dados da Central de Resgate Social, a ser implantada em breve pela FAS. Para implantar a Central, a FAS está pleiteando recursos junto ao BNDES.





