A rapidez no socorro e a conservação do membro são fundamentais para o sucesso de um reimplante, explicou o médico Edson Takaki. De acordo com ele, se o socorro demorar mais que uma hora, o membro deve ser colocado em um saco plástico e ser conservado em gelo.
''Qualquer coisa gelada vale, desde sorvete até refrigerantes. O que não pode é colocar diretamente no gelo, para não queimar as células, ou na água, para não causar uma super-hidratação'', explicou o médico.
O Hospital Evangélico de Londrina faz cerca de dois reimplantes por mês e em 17 anos, segundo o médico, já atendeu cerca de 300 casos de reimplantes e dois mil casos de microcirurgias. Uma das críticas de Takaki é que apesar do Evangélico ser o único na região habilitado a esse tipo de cirurgia não está credenciado no Sistema Único de Saúde (SUS) para esse serviço.
O diretor médico do Hospital Evangélico, Oziel de Oliveira, disse que há dois anos o hospital ''luta'' pelo cadastramento. ''É prejuízo para a população e também para o hospital'', disse.

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