Sid Sauer
De Campo Mourão
Dos 48 barcos que largaram no 3º Rali Fluvial Vila Rica do Espírito Santo, na quinta-feira, em Fênix (63 km a nordeste de Campo Mourão), seis não chegaram a Icaraíma, no domingo. Foram quatro desistências e dois barcos destruídos no Salto da Bananeira, em Engenheiro Beltrão, no segundo dia da competição.
‘‘Esses dois barcos caíram no lugar errado’’, explica o prefeito de Fênix, Eurípedes Molina Tasca (PFL), que participou do rali.
Apesar do acidente, Molina diz que o evento cumpriu seus objetivos ‘‘histórico, esportivo, ecológico e turístico’’. O trecho mais difícil foi no primeiro dia, entre Fênix e Itambé.
A chegada a Itambé, prevista para às 16 horas, acabou acontecendo, para algumas equipes, já à 1 hora da madrugada de sexta-feira. ‘‘O rio estava muito baixo e era preciso desviar das pedras’’, explica o prefeito.
No segundo dia o atraso foi de três horas. Só no terceiro é que a situação se normalizou.
Durante os quatro dias de provas e 400 quilômetros do Rio Ivaí abaixo, foram recolhidos cerca de duas toneladas de lixo às margens do rio e quase uma tonelada de material predatório.
Também foram plantadas duas mil árvores nativas e soltos 23,5 mil alevinos. Para o ano que vem, na quarta edição do evento, Molina pensa em inverter o percurso.
‘‘Queremos sair de Icaraíma e chegar a Fênix’’, conta. Nesse caso, rio acima, o trajeto deverá ser ainda mais difícil.

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