São José dos Campos O primeiro dia de competições da 25 edição do rali Dacar-2003 começou, ontem, com um trajeto de apenas um quilômetro de extensão, em um circuito fechado em Marselha, na França. Neste ano, pela primeira vez na história, o rali não passará nem por Paris nem por Dacar.
As capitais francesa e senegalesa foram o ponto de partida e chegada da primeira edição, em 1978, durante muito tempo batizaram a prova (Paris-Dacar) e desde então pelo menos uma das cidades aparecia no percurso. Na edição de 2003, o rali nem sequer passa em Senegal, mas seu nome oficial ainda lembra a primeira chegada.
A edição de 2003 terá 17 etapas, a maioria disputada nas areias e dunas do norte africano, e termina no dia 19, em Sharm El Sheikh, no Egito, após passar por França, Espanha, Tunísia e Líbia. Hoje, o dia terá 574 quilômetros de corrida.
Ontem, a moto KTM 660 de Jean Azevedo, o Mitsubishi Pajero Full de Klever Kolberg e de Lourival Roldan e o caminhão Tatra de competição de André Azevedo e dos tchecos Tomas Tomecek e Mira Martinec, da equipe Petrobras Lubrax, passaram por verificações técnicas do rali. Os pilotos também tiveram de preencher uma ficha médica com todas as informações sobre a saúde de cada um.
A equipe Petrobras Lubrax é a única do mundo inscrita nas três categorias e também é a única representante do Brasil neste rali. Na última edição, em janeiro de 2002, Klever Kolberg foi vice-campeão na categoria super production diesel e oitavo na classificação geral, o melhor resultado do Brasil entre os carros.

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