Química, questões mais difíceis
Os candidatos ao vestibular de inverno da Universidade Estadual de Londrina (UEL) fizeram ontem à tarde as provas de Química e Biologia. Muitos deles consideraram as questões de Química mais díficeis. Chutei bastante, admite Daniel Serenário, 16 anos, que tenta uma das vagas para Administração noturno.
Daniel Serenário, de Londrina, ainda está no terceiro Colegial e revela que não tem esperança de ser aprovado. O meu objetivo é de passar no final do ano, afirma.
Quem também não está acreditando na aprovação é Euclides Neto, 20 anos, candidato ao curso de Medicina. Não vou passar. As provas, principalmente a de Química, estão muito difíceis, justifica.
Prestando concurso pela primeira vez em Londrina, Eduardo Marrey, 16 anos, diz que deu para resolver grande parte das provas de ontem. Mas não sei quais as minhas chances de passar, afirma o estudante, que veio de Presidente Prudente (SP).
Cristiane Jaqueline de Castro, 19 anos, é de Apucarana e tenta ser aprovada no curso de Artes Plásticas. Ela diz estar bastante confiante e acredita que irá passar. Se as outras provas forem iguais à de hoje, vai dar, explica.
O reitor da UEL, Jackson Proença Testa, esteve no câmpus ontem à tarde, na condição de pai de candidato. Ele estava acompanhando a filha Bruna, 16 anos, que está prestando vestibular pela primeira vez para o curso de Direito. Como todo pai, estou nervoso e torcendo muito, admite.
Proença Testa afirma que a filha está bastante animada e o fato de ainda não ter concluído o terceiro colegial faz com que ela fique tranquila. Ele diz que prestar vestibular mesmo sem terminar o segundo grau é benéfico para o amadurecimento psicológico.





