QUESTÃO DE SEGURANÇA


Ney de Souza‘‘Como pagamos, podemos exigir mais da empresa privada do que da Polícia Nacional, que é gratuita, mas tem deficência de pessoal’’.
Francis Cabrizia de Oliveira, gerente da Financeira Porvenir, de Ciudad del Este, guardada por dois seguranças 24 horas por dia






Ney de Souza‘‘A segurança pública no Paraguai é deficiente. O que mais contribui para a violência é a facilidade para se obter armas’’.
Roberto Cano Pina, dono de uma distribuidora de importados de Ciudad del Este. Ele mantém dois seguranças na empresa e dois em casa





Ney de Souza‘‘A insegurança é uma imagem que se vende para que a população contrate um segurança privado. Ninguém dá segurança como a polícia’’.
Antonio Ibarra Colmán, chefe de Gabinete, Planejamento e Relações Públicas da Polícia Nacional paraguaia em Ciudad del Este





Ney de Souza‘‘Nosso estabelecimento fica aberto 24 horas por dia e a contratação de seguranças particulares é uma coisa indispensável’’.
Romilio Melgarejo, dono de uma loja de conveniência e um posto de gasolina em Ciudad del Este, que são protegidos por dois seguranças

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