Para o presidente do Sindicato das Escolas Particulares do Norte do Paraná, Marco Antônio de Souza, a inclusão de alunos deve ser feita de maneira responsável. ''Aquela inclusão em que o aluno é colocado na escola e é esquecido não resolve''.
Ele argumenta que o atendimento específico com o aluno tem um custo adicional e que, exatamente por isso, ''às vezes, acontece a cautela da escola na hora de receber esse aluno''. ''Quem vai pagar esse custo? Em alguns casos, o aluno precisa de um professor a mais na sala''. A responsabilidade, segundo ele, é da família e da escola, que precisam chegar em um acordo para atender bem o aluno.
''É preciso um projeto político pedagógico para atender bem esses alunos. É preciso ver as escolas que estão dispostas e as que têm condições de atender esses alunos. Se a escola não tem condições, tem que falar não'', afirma Souza.(M.O)

mockup