A operação arrastão realizada pelo 5º Batalhão da Polícia Militar de Londrina na sexta-feira resultou na prisão de quatro pessoas e na apreensão de três armas de fogo (uma calibre 32 e duas 38), 54 papelotes de craque e 24 quilos de palmito in natura. Dois adolescentes também foram detidos e 22 autuações de trânsito lavradas.
  Segundo o tenente Marcelo Barros do Nascimento, duas armas foram encontradas com adolescentes, e a terceira em posse de Mauro Lúcio Marques, 19 anos, que foi preso em flagrante por tentativa de assalto. A droga foi localizada em um bar, no Jardim Califórnia, e estava sendo vendida por Claudeir José da Silva, 31 e por Everton Faustino Teodoro, 22, proprietário do estabelecimento. ‘‘A gente recebeu uma denúncia sobre a venda das drogras e fomos conferir. Os dois rapazes foram presos’’, disse o tenente.
  Os 20 quilos de palmito estavam sendo transportados em um caminhão. O motorista do veículo, Anderson dos Santos Pelais, 27, foi detido, acusado de crime ambiental, e liberado logo após prestar depoimento.
  Segundo o tenente, outro arrastão, com objetivo de revistar bares, veículos e até pedestres, estava marcado para começar às 18 horas de ontem.
Curitiba – As polícias Civil, Militar e Municipal participaram na noite de sexta-feira e madrugada de sábado de uma megaoperação em casas noturnas, bares e hotéis de Curitiba. A operação, que foi até as quatro da manhã vistoriou 18 locais e resultou em quatro embargos a hotéis e bares, por falta de alvará de localização e funcionamento, três notificações para readequação de local e também na prisão de uma pessoa que estava com 23 pedras de crack em um quarto de hotel. No final da atividade, foi realizada uma blitz na rua Bispo Dom José, no bairro Batel, por causa de reclamações de som alto e rachas no local. Foram flagradas cinco infrações de trânsito por falta de carteira de habilitação para dirigir e som alto nos veículos.
  Segundo a Secretaria Estadual de Segurança Pública, a equipe era composta por 50 pessoas, entre policiais civis e militares, bombeiros, guardas municipais, técnicos da Vigilância Sanitária Municipal, da Secretaria de Urbanismo Municipal e do Meio Ambiente, além de conselheiros tutelares e uma equipe da Fundação de Ação Social. ‘‘Focamos nos locais onde havia registro de ocorrências ou denúncias de irregularidades, como aqueles que têm problemas com som acima do limite tolerável e aqueles que recebem crianças e dão motivação para a prostituição infantil’’, disse o delegado titular do 1º Distrito Policial, Silvan Rodnei Pereira.

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