Quadrilhas inventam novas técnicas de adulteração
Segundo o palestrante Carlos Feitosa, as quadrilhas de roubo de carros têm apefeiçoado-se cada vez, desenvolvendo técnicas de adulteração. Uma das formas mais usadas atualmente é o transplante de chapa: o criminoso remove a chapa de um veículo, recorta e a insere em um automóvel roubado. Essa alteração é identificada através de um exame mais minuncioso, em que é possível constatar a existência de vestígios de solda.
Outra forma de adulterar o chassi do carro é sobrepor a chapa. A quadrilha grava o número numa placa de alumínio e a coloca sobre o chassi original do carro roubado. Como é feita uma pintura por cima, pode-se identificar a fraude ao limpar o local com acetona.
Com essas novidades, a clonagem mais comum, que é a de simplesmente trocar a placa do carro roubado pela de outro veículo, está caindo em desuso.
O perito acredita que o curso de atualização faça com que os policiais passem a adotar os novos procedimentos de identificação também nas blitze. ''Hoje, 75% da população não têm seguro em seus automóveis. Esse curso vai trazer benefícios a todas essas pessoas também.'' (A.I.)





