Quadrilhas faturam com rede de doações
Dimitri do ValleMauro Frasson
FachadaLuis Agostinho da Silva (acima) usava o nome da Casa do Agasalho para arrecadar doações com uma rede de adolescentes que abordavam os possíveis contribuintes nas ruas (abaixo)
A suspeita é de que
Agostinho estaria
faturando R$ 4 mil
por dia com a rede





