Para que qualquer projeto possa ser aprovado e passe a receber recursos do Fundo para Infância e Adolescência (FIA), é preciso que o Conselho Estadual de Direito da Criança e do Adolescente (Cedeca) o aprove. A conselheira Jaqueline Micali, que representa a macro-região de Londrina no Conselho, disse que no mês passado, uma reunião foi realizada em Curitiba para discutir a questão dos menores ameaçados. No evento, estiveram presentes representantes da Secretaria Estadual de Segurança Pública (SESP), Instituto de Ação Social do Paraná (Iasp) e CEDECA. Ela explicou que o projeto feito pela Secretaria Municipal de Assistência Social deve ter se perdido porque, segundo ela, nenhum dos representantes do Iasp têm conhecimento da proposta.
Micali adiantou, entretanto, que uma nova reunião está prevista para discutir o assunto ainda nesse semestre. ''Estarei levando a proposta de Londrina novamente. A discussão dos ameaçados de morte ainda é uma questão que o Brasil não encontra um caminho certo. Trata-se de um público com foco diferente e que deve ser avaliado com cuidado por todos os órgãos competentes que já estão cientes da necessidade de se fazer alguma coisa'', disse. A FOLHA não conseguiu falar com ninguém do Iasp.(F.B.)

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