Propina entre fiscal da Sema e empresário teria sido acertada pelo WhatsApp, diz Gaeco
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quarta-feira, 18 de julho de 2018
Reportagem Local 
"Essa é só a ponta do iceberg". Assim o promotor Leandro Antunes definiu a manhã de cumprimento de mandados de busca e apreensão de policiais do Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado) na Sema (Secretaria Municipal do Ambiente), localizada no interior do Parque Arthur Thomas. A ordem judicial foi deferida pela 5ª Vara Criminal de Londrina, onde o processo ainda tramita em segredo de justiça. A investigação gira em torno do possível pagamento de propina de um empresário a um fiscal da secretaria, que foi afastado do serviço público pela Justiça. O nome dele não foi revelado.
Em entrevista coletiva, Antunes explicou que a suposta irregularidade foi descoberta em trocas de mensagens no WhatsApp de um celular apreendido na Operação Password, que prendeu três funcionários e uma ex-estagiária da Secretaria de Fazenda. No aparelho, o Gaeco desvendou que a negociação ocorreu entre setembro de 2017 e início de 2018. O fiscal não foi preso. Em nota, o Núcleo de Comunicação da Prefeitura de Londrina informou que "irá aguardar o pronunciamento oficial do delegado. Ao que tudo indica, trata-se de um funcionário isolado envolvido em corrupção, que sofrerá todas as sanções administrativas previstas por parte do Município, caso haja confirmação dos fatos."
Veja a íntegra da entrevista do promotor:
(com informações dos repórteres Carolina Avansini e Vitor Struck, da Folha de Londrina)


