Promotoria diz não a aterros
As obras de dois aterros sanitários que estão sendo construídos no litoral do Estado vêm recebendo diferentes abordagens da promotoria de Meio Ambiente e do Instituto Ambiental do Paraná (IAP). O promotor Saint-Clair de Honorato Santos solicitou a suspensão dos trabalhos desses dois projetos por entender que o solo do local não é o ideal para a implantação do aterro, podendo favorecer contaminações. Estou atento, estudando e avaliando se há alguma inconstitucionalidade, disse Santos.
Segundo o diretor do IAP, José Antonio Andreguetto, as obras são necessárias porque o litoral nunca teve um lixão e o governo decidiu ajudar a comunidade e fazer aterros definitivos - um em Guaratuba e outro em Pontal do Paraná - para resolver uma situação considerada caótica. Andreguetto diz que a área está licenciada e pode receber o projeto porque o IAP está empregando as mais modernas técnicas para evitar contaminação do solo.Arquivo FolhaO lixão em Pontal do Paraná é um dos alvos da polêmica, porque solo do local não seria ideal para a implantação do aterro, podendo favorecer contaminaçõesGuilherme Vieira





