O projeto Promotorias de Justiça das Comunidades já atendeu 1.353 pessoas desde sua criação, em novembro de 1996. O último relatório das atividades do projeto foi divulgado ontem. O coordenador do programa, Paulo Tavares, explica que a maioria dos atendimentos, realizados três vezes por semana nas zonas norte, sul e leste de Londrina, refere-se a conflitos familiares. ‘‘É sintomático. Aumenta o desemprego, crescem os dramas sociais. Com isso, os conflitos familiares ficam mais evidentes.’’
Tavares calcula que 80% dos atendimentos destinam-se à solução de problemas de separação, divórcio, pedido de pensão alimentícia e de guarda dos filhos, além de alcoolismo e drogas. Doze promotores trabalham voluntariamente no projeto, que vai até os bairros para o contato com as comunidades. Dez estagiários do curso de Direito e seis do curso de Serviço Social da Universidade de Londrina (UEL) também participam, além de um advogado cedido pela Prefeitura.

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