As afirmações da promotora da Vara da Infância e Juventude de Londrina, Édina Maria de Paula, e publicadas ontem na Folha, ''foram precipitadas'' na visão do auditor Osvaldo Alves de Lima. Édina disse que ''houve intenção deliberada da prefeitura municipal em acabar com a Escola Oficina'', mantida pela Acalon, se referindo ao cancelamento do convênio entre a administração e a entidade. O valor repassado era de R$ 9,5 mil mensais.
Com a entrega do relatório final sobre a Acalon, a auditoria pretende oferecer ''novos subsídios'' para as investigações do Ministério Público. ''Com estas análises, eu espero que a promotora possa fazer outro juízo sobre o caso. Achei que ela foi precipitada nos comentário que fez.''
A promotora disse que, apesar de ter entrado em licença-prêmio, vai analisar o documento e continuar ''acompanhando o assunto de perto''.

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