O promotor especial de Defesa do Patrimônio Público, Bruno Galatti, pode requisitar a polícia para localizar ex-diretores da Autarquia Municipal do Ambiente (AMA) de Londrina e da empresa maringaense Tâmara Serviços Ltda. É que o Ministério Público ainda não conseguiu intimá-los para prestar depoimentos e esclarecimentos no prodecimento que apura suspeita de superfaturamento e ilegalidade no contrato de terceirização dos serviços de capina e roçagem.
De acordo com o promotor, ‘‘coincidentemente’’ todas as pessoas intimadas estão viajando. ‘‘Vamos fazer mais uma tentativa de localizar o ex-presidente da AMA, Mauro Maggi, o ex-diretor Nelson Kohatsu e o proprietário da Tâmara, José Luís Sá, além de Vilmar de Oliveira e Walmir José de Oliveira, funcionários da empresa’’, enfatizou Galatti. ‘‘Se chegarmos à conclusão de que não queiram prestar informações vamos requisitar força policial’’, disse.
Na semana passada, os diretores da AMA pediram exoneração e o prefeito Antônio Belinati (sem partido) aceitou prontamente.

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