Ontem pela manhã, em apenas uma hora e meia de julgamento, o réu Júlio Cesar Madureira, conhecido por ‘‘Catarina’’, foi absolvido a pedido do próprio promotor, Janderson Yassaka. Ele foi acusado de ter matado Reni Rezende dos Santos no interior de uma cela da antiga Cadeia Pública, na rua Sergipe (zona central), em 18 de novembro de 1990. Para Yassaka, faltou provas para condenar o réu.
O Tribunal de Júri reúne-se hoje pela manhã, a partir das 8 horas, para julgar Francisco Ferreira da Silva, o ‘‘Chico Fama’’. Este será o último julgamento do mês. O réu será julgado pela segunda vez, após recurso da promotoria ao Tribunal de Justiça. Yassaka achou pequena a pena de 12 anos aplicada no primeiro julgamento. Chico Fama matou, em 1994, Adeíldo Costa de Almeida e, na mesma ocasião, feriu o pai e o irmão da vítima.
Na quarta-feira, Wilson da Silva foi condenado a oito anos e oito meses de prisão em regime fechado, por homicídio duplamente qualificado - por meio cruel e motivo fútil - com atenuante da semi-imputabilidade por achar-se drogado e sofrer de epilepsia. Silva matou a pedradas Enoque Vieira da Silva, em 2 de julho do ano passado. O promotor Yassaka reconheceu que, no momento do crime, ele não tinha consciência do que fazia, pois havia ingerido bebida alcoólica e tomado Gardenal.

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