Com o Centro de Direitos Humanos (CDH) e a Pastoral Carcerária impedidos de entrar Casa de Custódia de Londrina (CCL), o promotor Paulo Tavares e a veradora Elza Correia fizeram a vistoria junto aos presos sem os representantes das duas entidades.
Eles conversaram com 10 presos que reclamaram muito, segundo a veradora, de ‘‘violenta agressão verbal’’ por parte do Pelotão de Choque e de agressões físicas cometidas pelos agentes de disciplina da CCL.
A vereadora disse se preocupar também com o corte do cigarro como medida disciplinar. ‘‘Eles estão desesperados e temo que isto possa se transformar em um novo conflito’’. Os presos reclamaram ainda de falta de atendimento médico, demora nos procedimentos jurídicos, falta de estrutura para receber visitas.
Serão encaminhados relatórios para a direção da CCL e a Vara de Execuções Penais (VEP) com as reclamações. O Ministério Público vai acompanhar os inquéritos policiais para apurar as denúncias de agressões e o promotor irá agendar uma visita ao 5º Batalhão da Polícia Militar (BPM).

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