Desde 1996, os 120 mil habitantes de Paranaguá tiveram de incorporar a seu cotidiano a ação de várias gangues de menores. Praticamente cada bairro possui a sua. Após uma mobilização comunitária, as polícias Militar e Civil passaram a promover ‘‘arrastões’’ duas vezes por semana em diversos pontos da cidade. Deu certo. Antes desses ‘‘arrastões’’, o Livro de Ocorrências da Segunda Subdivisão Policial estava cheio de ocorrências envolvendo menores.

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