A Fundação de Desenvolvimento Social de Maringá está consultando 45 grupos ligados às pastorais da Igreja e entidades de assistência para elaborar os projetos ‘‘Renda Mínima’’ e ‘‘Geração de Emprego e Renda’’. Os dois projetos, segundo a presidente da fundação, Márcia Socreppa, têm a finalidade de resgatar a cidadania das famílias carentes.
Ela diz que hoje os programas mantidos pelo poder público e entidades fazem apenas assistencialismo. ‘‘O chefe da família tem que ter um dinheiro para pagar as próprias contas’’, afirma.
Márcia deixa claro que todos os beneficiados terão acompanhamento. Técnicos do município e voluntários vão repassar noções de administração doméstica e mostrar as prioridades conforme o tamanho da família.
O Renda Mínima será criado para substituir o programa de cesta básica. Serão repassados, em média, R$ 35,00 ao mês para cada membro da família.
O programa de Geração de Emprego e Renda vai incentivar a colocação de pessoas carentes no mercado de trabalho. ‘‘Queremos que os maiores de idade de todas as famílias se responsabilizem na geração de renda para o próprio sustento’’, diz Márcia.
Por enquanto, segundo ela, ainda não existem dados precisos de quantas famílias serão beneficiadas por programa. O SOS Plantão Social, mantido pelo município para o encaminhamento de carentes, vai centralizar todo o trabalho.
‘‘Vamos atuar em cima de dados de todos os setores e órgãos que trabalham com famílias de baixa renda, para atingir toda a população necessitada.’’

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