Projeto reduz número de empresas de mototáxi
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terça-feira, 06 de agosto de 2002
Erika Zanon<br> Reportagem Local 
A Câmara de Vereadores de Londrina aprovou ontem em primeira discussão o projeto de lei prevendo a redução de 75 para 60 o número de empresas na exploração do serviço de mototáxi. A matéria, de autoria do vereador Sidney Souza, entrou em regime de urgência e foi feito a pedido da categoria.
Segundo a presidente da Associação dos Mototaxitas Faixa Azul do Norte do Paraná, Edmara Adolfo Oliveira, o projeto tenta diminuir as empresas que entram para trabalhar nesse mercado sem recursos. Ela contou que algumas abrem com várias irregularidades. ''Alguma vezes eles contratam até motoqueiros sem habilitação'', afirmou. ''Eles fazem qualquer motoqueiro se passar mototaxista.''
Edmara informou que existem 57 centrais cadastradas na associação. Com a nova lei, se o número de empreas chegar a 60 e alguém se interessar pelo negócio terá que ficar na fila. ''Agora só abre uma central se fechar outra'', reforçou. A matéria precisa ser aprovada em segunda e última discussão para depois ir à sanção do prefeito Nedson Micheleti (PT).
A abertura de crédito adicional especial no valor de até R$ 666 mil, junto à Secretaria de Obras e Pavimentação, também foi aprovada ontem em primeira discussão. A verba será destinada para a construção de dois ginásios de esportes. O projeto é de autoria do Executivo.
Outra proposta do Executivo aprovado em primeira discussão é a que autoriza a abertura de Crédito Adicional Especial de até R$ 8 mil para a Secretaria de Governo. A verba destina-se a equipar as instalações físicas do refeitório do 5º Batalhão da Polícia Militar (BPM), localizada na zona sul.
Os vereadores também aprovaram durante a sessão de ontem, em primeira discussão, o projeto que autoriza a implantação do programa ''Salve Seu Coração'' em Londrina. O projeto do vereador Félix Ribeiro visa divulgar e esclarecer a população sobre as características e riscos das doenças do coração. Segundo o vereador, o serviço será gratuito e as consultas serão feitas em unidades básicas de saúde.


