De terça-feira ao dia 14 será desenvolvido em Cornélio Procópio o projeto ‘‘Protegendo a Vida’’, de capacitação e qualificação dos profissionais de saúde. A meta do projeto é reduzir a mortalidade materno-infantil. Estarão envolvidas ações comunitárias; atendimentos médicos, odontológicos e de enfermagem, abrangendo medicina preventiva, ambulatorial e especializada. ‘‘Nosso objetivo é sensibilizar todos os profissionais de saúde’’, disse o diretor da 18ª Regional de Saúde, Waldevino Jerônimo Graciano.
O projeto está estruturado para 25 cursos e oito simpósios, centrados na área materno-infantil, mas que tratarão também temas como a saúde do idoso e a saúde do trabalhador. A maioria dos cursos será ministrada nos dias 11 e 12, das 8 às 18 horas, no câmpus da Fafi. Haverá também atividades no Hotel Aguativa.
Os simpósios serão realizados nos dias 13 e 14, também das 8 às 18 horas, no Hotel Aguativa, Centro Cultural, câmpus da Fafi, 18ª Regional de Saúde e no anfiteatro da Sociedade Rural-IBC. ‘‘Já treinamos 50 mil profissionais em todo o Estado’’, disse a coordenadora local do ‘‘Protegendo a Vida’’, Cleide de Oliveira.
‘‘Esperamos mais de 2,5 mil profissionais, participando dos simpósios e os cursos, além de instrutores e a equipe de trabalho’’, calcula a chefe da Seção de Atenção à Saúde (SAS), Leide Ducci. Estarão em Cornélio Procópio profissionais de 144 municípios de seis regionais de saúde.
Resultado Desde 1994, quando o ‘‘Protegendo a Vida’’ foi implantado, 375 municípios já foram beneficiados com a distribuição de vários equipamentos para atender a área materno-infantil como ‘‘kits’’ de reanimação do recém-nascido, encubadoras e berços aquecidos.
A mortalidade materna no Paraná foi reduzida em consequência dos cursos de capacitação e da melhora nos ambulatórios. E de cada mil nascimentos, 22 crianças morrem no Paraná antes de completar um ano. ‘‘É um número aceitável, em termos de Brasil’’, argumenta a coordenadora local.

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