Nos últimos dois anos, o Parque Nacional do Iguaçu sofreu uma revolução. Um projeto inédito de revitalização tornou a reserva mais atrativa e interativa. As principais mudanças ocorreram no sistema interno de visitação. A meta é dobrar para 1,4 milhão/ano o número de turistas até 2010, com novas opções de lazer e menos agressão ao meio ambiente. A privatização dos serviços pretende ainda dobrar a receita do Ibama. As mudanças começam na entrada.
O transporte no interior da unidade de conservação passou a ser feito por ônibus especiais. Veículos de turistas têm de ficar estacionados ao lado do Centro de Visitantes (CV), na entrada do parque. O CV funciona como uma espécie de terminal rodoviário. No local, também estão instalados uma loja de lembranças, postos médicos, bancários e correios.
As mudanças mais significativas ocorrem no interior do parque. Bem perto das Cataratas do Iguaçu, por exemplo, foi construído o Porto Canoas, espaço reservado para educação ambiental. O charme do lugar, no entanto, é o belvedere do restaurante de cozinha internacional, que tem ao fundo a privilegiada visão das águas despencando a uma altura de até 80 metros.
Na segunda etapa das obras, o atual elevador será reformado e ao lado serão construídos outros dois. O investimento chega a R$ 30 milhões. O período de concessão é de 15 anos. A empresa Cataratas S.A, vencedora das licitação, é a responsável pelos serviços. O ingresso no parque custa R$ 8,00 e inclui o transporte.

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