Projeto atende também
obstetrícia e ortopedia
O Protegendo a Vida foi palco para lançamento de dois protocolos de atendimento, um da área de obstetrícia e outro de ortopedia. A idéia, nos dois casos, é padronizar o atendimento nas mais diversas patologias, fazendo com que o paciente, ao mudar de médico, tenha o mesmo atendimento. Ou seja: no caso de uma gravidez de alto risco, ginecologistas de diferentes cidades irão tratar os eventuais problemas da mesma maneira.
Para garantir que a padronização seja duradoura, os idealizadores estão investindo na normatização do ensino da medicina em cinco universidades do Paraná: Pontifícia Universidade Católica do Paraná, Universidade Federal do Paraná, Universidade Estadual de Londrina, Universidade Estadual de Maringá e Faculdade Evangélica de Medicina.
A elaboração de protocolos é uma exigência antiga dos estudantes de Medicina. De acordo com o professor associado da UEL, Fernando Mangieri Sobrinho, é importante que os médicos falem ‘‘a mesma língua’’ no tratamento com os pacientes. Mangieri, que também é chefe do Pronto Socorro Obstétrico do Hospital Universitário de Londrina, conta que seus alunos têm dificuldades até com as informações repassadas pelos diferentes professores. ‘‘Eu acredito que a normatização deva ser estendida a todas as áreas da medicina’’, afirma.

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