Os alunos da 6ª série do Colégio Universitário que já recortaram, colaram e discutiram três diferentes edições da Folha Cidadania (a primeira edição foi publicada no dia dois de abril), também estão achando os trabalhos diferentes. Para César Mateus Rizzo da Silva, de 11 anos, agora ler o jornal ficou mais fácil. ‘‘Antes, eu lia a Folha Esporte, mas as outras matérias pareciam muito difíceis. Agora a gente consegue ler a Folha Cidadania e ainda dá pra arriscar ler uma ou outra coisa que volta a sair no jornal e a gente leu antes. Mas, o mais legal, é que dá pra conversar sobre outros assuntos em casa’’, conta, animado.
Para a estudante Naiara Guilhen Martins, de 12 anos, ler jornal deixou de ser chato. ‘‘Antes eu lia só as manchetes e quando queria saber alguma coisa, via na televisão. Depois que começamos a usar o jornal na sala de aula, percebi que ele explica muito melhor que a televisão. Então, é melhor logo ler o jornal e não só as manchetes, como eu fazia antes, já que fico sabendo melhor sobre as coisas. Acho que agora eu tenho mais curiosidade em relação às coisas que acontecem em minha cidade e no meu país’’, diz a estudante.
Dentro da disciplina educação para o pensar, os alunos ainda utilizam o jornal para discutir um pensamento do dia. Uma frase retirada de um dos assuntos onde os alunos procuram mostrar suas opiniões e interagir sobre o assunto. (I.R.L.)

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