Josoé de CarvalhoSaúdeCleusa Saldanha Teixeira: entusiasmada com atendimentoAs pessoas mais satisfeitas com o programa de assistência odontológica à gestante são as próprias futuras mães. É a oportunidade que têm de melhorar a qualidade de vida delas mesmas e de toda a família, especialmente do bebê. As crianças também sentem a importância do programa, especialmente aquelas cujas mães frequentam a clínica odontológica da unidade de saúde desde que elas estavam sendo geradas. Essas crianças vão ao dentista sem nenhum medo nem receio.
As mães aprendem técnicas de escovação dental e higiene bucal e ensinam para os outros filhos, o marido, outros parentes e, até, vizinhos. As crianças já nascem menos predispostas à cárie e assimilam mais cedo o hábito de escovar os dentes e frequentar o dentista.
‘‘Pela primeira vez na minha vida tive a oportunidade de tratar dos meus dentes. Além de aprender muitas coisas que pude ensinar para os outros filhos e para meu marido’’, diz Cleusa Aparecida Saldanha Teixeira, de 31 anos. Ela está grávida de sete meses da terceira gestação. ‘‘É uma maravilha. Infelizmente não pude aproveitar desse programa nas outras vezes que estava grávida.’
Vânia Firmino Damasceno, de 27 anos, no oitavo mês da segunda gravidez, também está entusiasmada com o programa. Ela revela que durante a primeira gravidez necessitou de tratamento odontológico mas não pode fazê-lo porque os próprios dentistas se recusaram. ‘‘Eles tinham medo de tratar de gestante. Disseram que eu deveria esperar o bebê nascer’’, explicou.
A gestante diz que mudou a forma de fazer higiene bucal. ‘‘Escovava os dentes de um jeito. Mas os dentistas me ensinaram outras maneiras, que limpam muito mais’’, detalha Vânia. Ela afirma que procura ‘‘seguir à risca’’ as orientações dos médicos e dos dentistas do posto de saúde. ‘‘E ensino outras pessoas que não sabem escovar os dentes direito.

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