Professores de 5 universidades param amanhã
A paralisação dos médicos residentes do Hospital Universitário e ambulatório do Hospital de Clínicas vai coincidir com a greve por tempo determinado dos professores da Universidade Estadual de Londrina (UEL), que ocorre amanhã e quinta-feira. A categoria quer reajuste salarial de 88% e melhores condições de trabalho. Professores das outras quatro universidades estaduais do Paraná aderiram ao movimento de amanhã.
Na UEL, a decisão de parar as atividades durante dois dias foi tomada em assembléia realizada no último dia 8. Segundo a direção do Sindicato dos Professores (Sindiprol), a universidade vem perdendo professores pela falta de reajuste nos salários. O piso salarial da instituição, para 40 horas/aula, é de R$ 960,00.
Amanhã, durante a paralisação, o Sindiprol faz nova assembléia para discutir a proposta de suspensão do vestibular 2007 da UEL. Se acatada pelos professores, a decisão será apresentada na quinta-feira ao Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (Cepe).
Segundo o secretário geral do Sindicato dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Ensino de Maringá (Sintemar), Henrique Radomanski, se a paralisação dos professores da Universidade Estadual de Maringá (UEM) não sensibilizar o governo, novas paralisações poderão ser feitas. Além da UEL e UEM, estarão parados amanhã os docentes da Universidade Estadual do Centro-Oeste (Unicentro), de Guarapuava; Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste), de Cascavel; e Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG).(S.L.)





