Professores da UEL definem ações de resistência a projetos
Os professores da Universidade Estadual de Londrina (UEL) realizaram assembléia ontem e decidiram pela criação de mecanismos de resistência contra projetos que prejudiquem os professores e o ensino superior público no Estado. As ações a serem tomadas serão decididas apenas na quinta-feira, em assembléia geral de professores, estudantes e servidores da universidade. A assembléia será às 10 horas, no anfiteatro do Centro de Ciências Humanas, no campus.
Além das reformas propostas a níveis federal e estadual que atingem a categoria, os professores também discutiram e se posicionaram contrário à criação do Paraná Previdência, que irá substituir o Instituto de Previdência do Estado (IPE); a possibilidade de o Estado não ter recursos para o pagamento do 13º salário; e iniciaram um levantamento do número de professores que ainda não entraram na Justiça para reaver os valores relativos ao imposto compulsório do combustível e os valores que deixaram de ser repassados para o Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) em governos anteriores. Também foi discutido o novo Estatuto do Sindicado dos Professores do Ensino Superior Público.
A categoria decidiu que devemos continuar lutando para tentar mudar o projeto do Paraná Previdência e não aceitar reduções de verbas para o ensino superior, informou o presidente do sindicato, César Antonio Caggiano Santos. Em todo Estado estão sendo realizadas assembléias com a comunidade universitária, convocadas pelo Comitê do Ensino Superior Público do Paraná.Cesar AugustoAssembléiaOs professores não aceitam o Paraná Previdência e as reduções de verbasBenê Bianchi





