A professora de educação física Joice Mudrek, 27 anos, de Curitiba, afirma que após passar pelas oficinas da Caravana do Esporte Educacional, ministrará suas aulas de maneira diferente. ‘‘No dia-a-dia, não paramos e repensamos a prática da educação física. É preciso resgatar valores como a socialização e a formação do cidadão’’, observa.
Dorico da SilvaJoice Mudrek: ‘Repensar a prática’A professora de Cascavel, Cleonice Viccari, 35 anos, também participante dos cursos, explica que a Educação Física sempre teve como princípio trabalhar com o aluno no contexto geral. Somente depois é que foi ganhando cunho competitivo. Na sua opinião, oficinas como os da Caravana do Esporte são importantes para fazer voltar esta proposta inicial desta disciplina.
Dorico da SilvaEder Fabiano: ‘Aluno como um todo’
A exemplo dos outros professores do Paraná, esta é a primeira vez que Gilmar Gouveia, de Campo Mourão, participa dos cursos da caravana. Ele ressalta que as oficinas são importantes para atualização. ‘‘Os professores (responsáveis pelas oficinas) são bastante capacitados e a relação teórica-prática está sendo a contento’’, elogia.
Apesar de ainda estar estudando, Eder Fabiano, 23 anos, afirma que as oficinas da caravana não muito úteis para a sua formação. ‘‘Agora eu já tenho em embasamento, uma linha de trabalho para tratar o aluno como um todo’’, relata. Ele está no último ano de Educação Física da Unopar, de Arapongas.

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