Professora usa prótese
A professora Claire Clara Borges Jezéquel, na época do acidente, era estudante de Biologia e teve a perna direita amputada no acidente. ''Conseguimos que a UEL pagasse uma viagem à Alemanha para que ela pudesse fazer a perna mecânica. Entre a confecção e o ajuste demorou um ano'', conta o advogado Ney Machado Filho, que defende a bióloga em parceria com Irineu Codato.
O advogado informa que Claire tornou-se professora em Ribeirão Preto e conseguiu que a UEL pagasse a confecção de sua prótese, os medicamentos e vem recebendo uma pensão. A procuradoria jurídica da UEL informa que os gastos para isso têm sido feitos administrativamente, independentemente de decisão judicial.
A ação que Claire move contra a universidade continua tramitando na Justiça. Machado Filho relata que mesmo com a perna mecânica, Claire não pode ficar muito tempo em pé devido ao inchamento da parte do membro que entra em contato com a prótese.
A UEL vem pagando uma pensão de cinco salários mínimos, mas os advogados pleitearam uma pensão equivalente ao piso da categoria, que equivale a oito salários mínimos e meio.
A procuradora jurídica da UEL, Marinete Violim, afirma que no caso de Claire existe um tempo certo para se colocar a prótese para que a adaptação não fosse prejudicada. ''Nós fizemos todo o acompanhamento fisioterápico e contratamos uma clínica em Curitiba'', conta. (V.O.)





