A definição sobre a reposição dos dias parados com a greve vai ficar para as próximas semanas. É que ontem, na assembléia da Associação dos Professores da UFPR os professores decidiram que vão usar a reposição como instrumento de pressão na negociação com o governo federal. ‘‘Conforme o andamento das conversas com o Ministério da Educação, vai se votar a compensação dos dias parados’’, informa o presidente da associação, José Roberto Braga Portella.
Na semana passada, o Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão da UFPR decretou a suspensão do calendário escolar durante o período da greve. ‘‘Faltava definir se as aulas e as provas seriam repostas depois de terminada a paralisação’’, explica Portella. Como as negociações com o governo federal foram interrompidas nas duas últimas semanas, em função dos feriados e das mortes de Sérgio Motta e Luís Eduardo Magalhães, Portella diz que os professores optaram por adiar a decisão, como forma de pressão.
Ontem, os professores decidiram que passarão a pressionar os deputados federais para que apóiem a manifestação dos sevidores das universidades e das instituições de ensino.

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