Em Lon­dri­na, a Vi­gi­lân­cia Sa­ni­tá­ria re­ce­be com fre­quên­cia de­nún­cias en­vol­ven­do pro­du­tos de hi­gie­ne e lim­pe­za que não con­tam com re­gis­tro no Mi­nis­té­rio da Saú­de. As es­ta­tís­ti­cas não es­ta­vam dis­po­ní­veis na úl­ti­ma sex­ta-fei­ra, mas a ge­ren­te De­ni­se Phi­lipp­sen ga­ran­tiu que to­da re­cla­ma­ção é che­ca­da e, de­pen­den­do da gra­vi­da­de do ca­so, até o Mi­nis­té­rio Pú­bli­co é acio­na­do.
  O re­gis­tro é uma ga­ran­tia de que o pro­du­to foi tes­ta­do e apro­va­do pe­los ór­gãos da Saú­de e que po­de ser co­mer­cia­li­za­do. De­ni­se con­fir­mou que as si­tua­ções ­mais co­muns en­vol­vem pro­du­tos de uso do­més­ti­co, co­mo ­água sa­ni­tá­ria, de­sin­fe­tan­tes e até ra­ti­ci­das.
  Nos ca­sos em que as de­nún­cias de fal­ta do re­gis­tro são com­pro­va­das, os res­pon­sá­veis res­pon­dem a pro­ces­sos ad­mi­nis­tra­ti­vos, que es­ta­be­le­cem pu­ni­ções que va­riam de ad­ver­tên­cias até mul­tas pe­sa­das. ­Além dis­so, fi­cam obri­ga­dos a re­co­lher o pro­du­to sem re­gis­tro do mer­ca­do. (L.A.)


A Vi­gi­lân­cia Sa­ni­tá­ria em Lon­dri­na re­ce­be de­nún­cias anô­ni­mas por ­meio do te­le­fo­ne (043) 3376-1901 (ho­rá­rio co­mer­cial).  

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