Procurador defende cobrança
Procurador defende cobrança O procurador geral do município, Osmar Vieira, não concorda com o argumento de que as taxas agregadas do IPTU de Londrina estão sendo cobradas indevidamente. Já entramos com recurso especial em Brasília, no Superior Tribunal de Justiça (STJ), e toda essa tese está sendo discutida pelo município. Mas não há nenhuma decisão final da Justiça; por enquanto, são meras suposições e tudo é discutível, destacou. Vieira defendeu que o procedimento atual é correto e que a cobrança do imposto é realizada pelo valor venal do imóvel e não pela área, como defende o advogado Luiz Carlos Bellinetti. Mas o que importa é que esse serviço é prestado e a sociedade tem que ratear a despesa, alegou. Sobre a taxa de coleta do lixo, o procurador também disse entender que a forma atual é a mais justa. Uma casa com 400 metros quadrados e apenas dois moradores é uma exceção. Eu quero trabalhar com a regra, não com a exceção, afirmou. Outro aspecto fundamental, segundo ele, é que o custo para coletar o lixo é o mesmo, independentemente da localização do imóvel na cidade. É por essa razão, ele explica, que quanto menor o valor do imposto, maior o percentual das taxas agregadas no total do carnê. Osmar Vieira disse ainda que considera precipitado a pessoa entrar na justiça contra as taxas e sugere que quem tomar este caminho faça o depósito em juízo de todo o valor imposto mais taxas por uma questão de prudência e cautela. Ou então aplique na poupança. (L.H.)





