O Procon do Paraná irá divulgar, no dia 15 de março, a relação das empresas que estão lesando os consumidores. Em Londrina, o levantamento está sendo realizado e ainda não existem dados concretos, mas a direção acredita que o número de empresas na chamada lista negra será pequeno.
A diretora executiva do Procon, Silvia da Graça Yung, observa que o fato de ter uma reclamação contra determinada empresa não significa necessariamente que ela constará na lista negra.
Segundo ela, existem critérios a serem seguidos. ‘‘Aquelas que não atendem mesmo o chamado do Procon ou não resolveram o problema dos consumidores vão para a relação.’’ Silvia Yung observa que as empresas de Londrina atendem sempre ao chamado do Procon, resolvendo os problemas dos consumidores. Na lista negra estarão relacionadas empresas de vários setores, como saúde, educação e habitação.
As empresas que correm o risco de aparecer na relação ainda têm tempo de resolver o problema, comparecendo ao Procon para tentar um acordo com o consumidor que apresentou a queixa.
O último prazo para a empresa regularizar sua situação é final de fevereiro. A princípio, a lista negra seria divulgada em fevereiro, mas a data foi mudada para coincidir com o Dia Nacional do Consumidor. Além de ser publicada no Diário Oficial do Estado, a relação será divulgada também pelos jornais do Paraná.
O objetivo da lista negra, segundo Silvia Yung, é o de alertar o consumidor a não fazer negócios ou tomar cuidado ao se relacionar com determinadas empresas. Ela afirma que os resultados são positivos, já que os responsáveis pelas empresas costumam procurar o Procon para regularizar a situação. Silvia Yung diz que, em Londrina, as reclamações mais constantes são contra construtoras, loteadoras, planos de saúde e escolas de informática.

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