Processo só deve ganhar mais agilidade a partir de agosto
No mês de março, quando a reportagem da Folha acompanhou pela primeira vez o processo na DRT, o quadro era o mesmo. Na ocasião, o delegado regional do Ministério do Trabalho no Paraná, Tércio Albuquerque, disse que em seis meses a população poderia contar com um serviço sem filas e com a entrega do documento em apenas 24 horas. Quase quatro meses depois, a única mudança percebida foi o aumento no número de senhas distribuídas - de 120 para 130.
Segundo o delegado substituto do Ministério do Trabalho no Paraná, Marcos Stamm, a meta otimista traçada por Albuquerque só deve ser atingida em janeiro de 1999, mas a população já começa a perceber a melhora já no mês de agosto. Stamm explica que novas máquinas, mais velozes, foram compradas para confeccionar as carteiras, e duas delas devem ser enviadas às subdelegacias de Londrina e Maringá, desafogando o fluxo na DRT da capital, que hoje faz todos os documentos. Cerca de R$ 8 mil já foram aplicados na adequação de salas no interior para receber os equipamentos.
Stamm lembra que as Ruas da Cidadania também vão poder em breve fazer a primeira via do documento. Outro ponto que deve ajudar a melhorar o atendimento é que as cidades de Cascavel, Foz do Iguaçu e Ponta Grossa devem estar interligadas via computador no máximo em 30 dias.





