Processo de beatificação está em Roma
A vida dedicada aos pobres fez de madre Leônia uma pessoa admirada por muitos fiéis. ''O trabalho religioso fez dela uma pessoa especial'', afirma irmã Ana Bruscato, que dirigia o carro no dia da morte da religiosa. O fatídico 22 de julho de 1980 deixou marcas profundas na companheira que hoje continua o trabalho de madre Leônia. ''Estávamos indo para Maringá para visitar o bispo dom Jaime, quando no trevo de Cambé um caminhão atravessou a pista, atingindo o carro. Ela morreu na hora.''
A partir de então, o trabalho de madre Leônia ficou ainda mais conhecido e os fiéis passaram a admirá-la e a invocá-la. Relatórios atestam que vários milagres aconteceram e o mais importante deles, a cura de uma mulher com câncer, lidera hoje a lista com o pedido de beatificação da freira, que nasceu em Sapri, província de Salerno, na Itália.
O processo de beatificação, iniciado em março de 98 continua de ''forma tranquila'', como gosta de frisar irmã Ana. ''O processo segue vencendo etapas propostas pela Congregação para a Causa dos Santos'', conta. Em outubro de 2003, o relatório foi encaminhado para Roma, onde uma das integrantes da Congregação, irmã Terezinha de Almeida permanece, acompanhando o processo. (M.O.)





